A motivação como ferramenta para gestão de pessoas dentro das organizações
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- INTRODUÇÃO
- Formulação do Problema da Pesquisa
- Justificativa
- Objetivos
- Objetivo geral
- Objetivos específicos
- REVISÃO DA LITERATURA
- As Teorias Motivacionais
- Teoria das necessidades de Maslow
- Teoria de Herzberg
- Teoria de Vroom
- Teoria de Lawler ou da expectação
- Teoria ERC - Existence, Relatedness e Growth
- Teoria do Reforço
- Teoria da Eqüidade
- Teorias x e y de Mc Gregor
- O Papel da Motivação e a Importância de se ter Pessoas Motivadas nas Organizações
- Mas o que significa realmente a motivação?
- Motivação no trabalho
- Fatores motivacionais
- Ciclo motivacional
- Tipos de motivação
- Motivação intrínseca
- Motivação extrínseca
- Motivação e comportamento organizacional
- Motivação e o desempenho dos colaboradores
- Visão crítica da avaliação de desempenho
- Resultados da avaliação de desempenho
- Sugestões motivacionais
- A motivação na empresa como uma questão pessoal e institucional
- Continuidade e estabilidade da motivação
- O empowerment
- Uma visão sistêmica sobre a motivação nas organizações
- Questão da motivação
- O Papel do Gerente como Difusor da Motivação dentro da Empresa
- A globalização nas organizações
- Motivação e liderança
- Motivação: sinônimo de liderança
- Ações do líder para motivação e habilitação da equipe
- O estilo do líder e a maturidade dos liderados
- O papel dos incentivos no gerenciamento de equipes
- Treinamento
- Qualidade de vida no trabalho
- ESTUDO DE CASO
- METODOLOGIA
- CONCLUSÃO
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFIAS
"Motivação envolve sentimentos de realização e de reconhecimento profissional, manifestado por meio de exercícios das tarefas e atividades que oferecem suficiente desafio e significado para o trabalho" (LOPES, 1980, p.23; RIBEIRO, 1994, p.32).
É o objetivo que se imagina possuído pelos outros e que em geral contamos encontrar em alguma meta imediata e notória, como ambição de dinheiro, desejo de segurança ou esforço para ter prestígio. No entanto, as metas pelas quais as pessoas parecem lutar, ao serem analisadas, freqüentemente são apenas meios de alcançar uma outra meta mais fundamental. Sendo assim, a riqueza, a segurança, a posição elevada e todas as demais metas, que supomos ser a "causa" do comportamento humano, não passam de instrumentos de que se serve o indivíduo para atingir seu verdadeiro objetivo, que é ter personalidade própria (BOSS, 1997, p.30).
Segundo Aquino (1970) se há uma característica humana generalizada, deve ser o hábito de todos procurarem, de maneira desajeitada e imperfeita, seguir o conselho que Polonius deu ao filho: "Acima de tudo sejas honesto contigo mesmo".
"A motivação humana é constante, infinita, flutuante e complexa" (BERGAMINI, 1997, p.55).
De acordo com Bergamini (1997, p.45) durante muito tempo, pensou-se que os objetivos motivacionais fossem genéricos, como mostram seus principais estudiosos, Maslow, McGregor e até mesmo Herzberg. Ora acreditava-se que as pessoas buscavam seqüencialmente determinados objetivos - isto é, tão logo tivessem atingido alguns deles, partiriam necessariamente à busca de outros, também já previsíveis - ora descobria-se que há objetivos que não são propriamente perseguidos, mas são condições que asseguram a insatisfação das pessoas num grau de desconforto mínimo, e que outros são realmente perseguidos e, quando encontrados, de fato trazem muita satisfação ao indivíduo. Herzberg denominou-os, respectivamente, fatores higiênicos e motivacionais.
"Não se pretende discutir nenhuma dessas teorias em particular, mas tentar um novo enfoque, mais em termos de como se passa a psicodinâmica interna motivacional, do que em termos de levantar os tipos de objetivos perseguidos pelas pessoas" (CHIAVENATO, 1991, p.33).
Segundo Davis & Newstron (1992, p.12) o assunto não comporta, portanto, uma quantificação, bem como uma qualificação rigorosa e exatamente científica, mas muito da observação do comportamento das pessoas pode ser utilizado para explicar alguns aspectos interessantes sobre o tema.
Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas, o seu comportamento tanto no trabalho - quanto em qualquer lugar - muitas vezes é influenciado por fatores considerados motivacionais. Portanto este trabalho tende a mostrar a importância da motivação como fator de desempenho na realização das tarefas na organização.
É o objetivo que se imagina possuído pelos outros e que em geral contamos encontrar em alguma meta imediata e notória, como ambição de dinheiro, desejo de segurança ou esforço para ter prestígio. No entanto, as metas pelas quais as pessoas parecem lutar, ao serem analisadas, freqüentemente são apenas meios de alcançar uma outra meta mais fundamental. Sendo assim, a riqueza, a segurança, a posição elevada e todas as demais metas, que supomos ser a "causa" do comportamento humano, não passam de instrumentos de que se serve o indivíduo para atingir seu verdadeiro objetivo, que é ter personalidade própria (BOSS, 1997, p.30).
Segundo Aquino (1970) se há uma característica humana generalizada, deve ser o hábito de todos procurarem, de maneira desajeitada e imperfeita, seguir o conselho que Polonius deu ao filho: "Acima de tudo sejas honesto contigo mesmo".
"A motivação humana é constante, infinita, flutuante e complexa" (BERGAMINI, 1997, p.55).
De acordo com Bergamini (1997, p.45) durante muito tempo, pensou-se que os objetivos motivacionais fossem genéricos, como mostram seus principais estudiosos, Maslow, McGregor e até mesmo Herzberg. Ora acreditava-se que as pessoas buscavam seqüencialmente determinados objetivos - isto é, tão logo tivessem atingido alguns deles, partiriam necessariamente à busca de outros, também já previsíveis - ora descobria-se que há objetivos que não são propriamente perseguidos, mas são condições que asseguram a insatisfação das pessoas num grau de desconforto mínimo, e que outros são realmente perseguidos e, quando encontrados, de fato trazem muita satisfação ao indivíduo. Herzberg denominou-os, respectivamente, fatores higiênicos e motivacionais.
"Não se pretende discutir nenhuma dessas teorias em particular, mas tentar um novo enfoque, mais em termos de como se passa a psicodinâmica interna motivacional, do que em termos de levantar os tipos de objetivos perseguidos pelas pessoas" (CHIAVENATO, 1991, p.33).
Segundo Davis & Newstron (1992, p.12) o assunto não comporta, portanto, uma quantificação, bem como uma qualificação rigorosa e exatamente científica, mas muito da observação do comportamento das pessoas pode ser utilizado para explicar alguns aspectos interessantes sobre o tema.
Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas, o seu comportamento tanto no trabalho - quanto em qualquer lugar - muitas vezes é influenciado por fatores considerados motivacionais. Portanto este trabalho tende a mostrar a importância da motivação como fator de desempenho na realização das tarefas na organização.

