A importância da profissionalizaçãomna área de gestão de empresas de alimentação
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Atualmente sabe-se que com o avanço de tecnologia da informação, a globalização da produção, a abertura das economias, a mundialização do capital e as constantes mudanças que vêm afetando o ambiente surgem à necessidade de adaptação a tais fatores por parte dos empresários e de mais profissionais. Pois a economia global mudou, as empresas mudaram e os empregos também.
Muitas áreas que antes ofereciam muitas oportunidades de empregos e negócios podem não mais existir no novo ambiente que está se firmando. Por outro lado, percebe-se que novas oportunidades estão se emergindo com toda força, principalmente para os setores de alimentação, que vem adaptando-se a este novo ambiente mutante de forma honrosa. Esta nova era muda o perfil de empresário, do empregado e da sociedade como um todo, requerendo novas competências e habilidades para lidar com todo o conjunto de tecnologias e organizações em curso. Altera-se também a velocidade das mudanças, exigindo não apenas uma nova adaptação á abertura, mas também uma boa adequação ás alterações de um mercado aberto num mundo em constante e veloz transformação.
O ramo de negócios em alimentação não é diferente. Houve uma mudança radical na vida, no tempo e na forma das pessoas se alimentarem.
O que se pode verificar é que essa revolução é recente, sendo uma característica das sociedades urbanas, que foram modificando o seu tempo e espaço, passando a ter uma alimentação conveniente à sua rotina.
É possível notar, que o ser humano tinha um tipo de alimentação em seus primórdios e essa foi evoluindo, ou modificando-se, de acordo com a própria evolução humana e do espaço em que está inserido, passando a ser um elemento simbólico e muitas vezes apenas em função de subsistência e não de preservação da saúde e bem-estar e sem levar em conta as qualidades nutricionais dos alimentos.
Por outro lado, existe o aspecto gastronômico, que está ressurgindo no meio do turismo, valorizando a cultura do local, buscando raízes na alimentação. Inclusive segundo Azambuja (2001, p.66): Existem muitos turistas que escolhem o destino de suas viagens em função da experiência de se experimentar a culinária local de uma região, e que sabem como é bom e proveitoso gastar algumas horas do dia sentados na mesa de um restaurante para se deliciarem com os diferentes e diversificados sabores oferecidos.
Desta forma, este estudo se justifica e se faz relevante devido à representatividade e ao potencial das empresas de alimentação no Brasil, que numerosas e bem variadas, precisam se profissionalizar não só para manterem-se competitivas, mas para cumprir com qualidade sua função principal.
Muitas áreas que antes ofereciam muitas oportunidades de empregos e negócios podem não mais existir no novo ambiente que está se firmando. Por outro lado, percebe-se que novas oportunidades estão se emergindo com toda força, principalmente para os setores de alimentação, que vem adaptando-se a este novo ambiente mutante de forma honrosa. Esta nova era muda o perfil de empresário, do empregado e da sociedade como um todo, requerendo novas competências e habilidades para lidar com todo o conjunto de tecnologias e organizações em curso. Altera-se também a velocidade das mudanças, exigindo não apenas uma nova adaptação á abertura, mas também uma boa adequação ás alterações de um mercado aberto num mundo em constante e veloz transformação.
O ramo de negócios em alimentação não é diferente. Houve uma mudança radical na vida, no tempo e na forma das pessoas se alimentarem.
O que se pode verificar é que essa revolução é recente, sendo uma característica das sociedades urbanas, que foram modificando o seu tempo e espaço, passando a ter uma alimentação conveniente à sua rotina.
É possível notar, que o ser humano tinha um tipo de alimentação em seus primórdios e essa foi evoluindo, ou modificando-se, de acordo com a própria evolução humana e do espaço em que está inserido, passando a ser um elemento simbólico e muitas vezes apenas em função de subsistência e não de preservação da saúde e bem-estar e sem levar em conta as qualidades nutricionais dos alimentos.
Por outro lado, existe o aspecto gastronômico, que está ressurgindo no meio do turismo, valorizando a cultura do local, buscando raízes na alimentação. Inclusive segundo Azambuja (2001, p.66): Existem muitos turistas que escolhem o destino de suas viagens em função da experiência de se experimentar a culinária local de uma região, e que sabem como é bom e proveitoso gastar algumas horas do dia sentados na mesa de um restaurante para se deliciarem com os diferentes e diversificados sabores oferecidos.
Desta forma, este estudo se justifica e se faz relevante devido à representatividade e ao potencial das empresas de alimentação no Brasil, que numerosas e bem variadas, precisam se profissionalizar não só para manterem-se competitivas, mas para cumprir com qualidade sua função principal.

