A boneca ganhou vida: o quadro problemático da gravidez na adolescência
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Este artigo tem por base o estudo a respeito da gravidez na adolescência mediante uma reflexão a respeito dos fatores que levam a ocorrência deste fato por ora problemático que acarreta mudanças estruturais psicológicas na mãe adolescente. Para isto deve ser levada em consideração a própria adolescência, como o início da vida afetivo-sexual e também social e a imaturidade psicológica da adolescente que, inconseqüentemente ocasiona uma imaturidade na responsabilidade sobre suas ações. A construção do artigo se fundamentou em uma revisão de literatura que possibilitou estruturar a reflexão baseada em diversos pontos de vistas, de pesquisadores e os próprios adolescentes.
A gravidez na adolescência constitui toda uma mudança drástica e profunda em toda a vivência da adolescente. Muitas das vezes, é uma gravidez indesejada, o que causa um desequilíbrio psicológico na adolescente ocasionando a própria ruptura dos laços familiares , que compromete a boa formação psicossocial e cognitiva da criança. Em muitos casos, o próprio pai não assume a responsabilidade sobre o filho agravando ainda mais a situação. Infelizmente, esta problemática vem crescendo em taxas cada vez maiores no Brasil e afeta não só a família da adolescente (em muitos casos em extrema pobreza), mas também toda a sociedade causando um inchaço populacional concentrando cada vez mais os indivíduos em áreas periféricas, sob precárias condições de vida propiciando um crescente número de violência e marginalização, aumentando em mesma razão a exclusão social.
A gravidez na adolescência constitui toda uma mudança drástica e profunda em toda a vivência da adolescente. Muitas das vezes, é uma gravidez indesejada, o que causa um desequilíbrio psicológico na adolescente ocasionando a própria ruptura dos laços familiares , que compromete a boa formação psicossocial e cognitiva da criança. Em muitos casos, o próprio pai não assume a responsabilidade sobre o filho agravando ainda mais a situação. Infelizmente, esta problemática vem crescendo em taxas cada vez maiores no Brasil e afeta não só a família da adolescente (em muitos casos em extrema pobreza), mas também toda a sociedade causando um inchaço populacional concentrando cada vez mais os indivíduos em áreas periféricas, sob precárias condições de vida propiciando um crescente número de violência e marginalização, aumentando em mesma razão a exclusão social.

