A biologia da entamoeba histolytica e a amebíase
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- INTRODUÇÃO
- AS AMEBAS
- AMEBAS PARASITAS DO HOMEM
- AMEBAS ESTRITAMENTE PARASITAS, DA FAMÍLIA ENDAMOEBIDAE
- AMEBAS DE VIDA LIVRE EVENTUALMENTE PATOGÊNICAS
- BIOLOGIA DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA
- LOCOMOÇÃO
- ALIMENTAÇÃO
- Fagocitose
- Pinocitose
- Absorção através da membrana
- METABOLISMO
- REPRODUÇÃO (Ciclo Parasitário)
- INFECTIVIDADE
- IMUNIDADE
- PATOGENICIDADE E VIRULÊNCIA
- AMEBÍASE
- DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
- FONTES DE INFECÇÃO AMEBIANA
- TRANSMISSÃO DA AMEBÍASE
- Mecanismos de transmissão direta
- Mecanismos de transmissão indireta
- CONCLUSÃO
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Os flagelados classificados como protozoários cavitários são divididos em dois grupos: as formas semelhantes aos vegetais (fitoflagelados) e as formas semelhantes aos animais (zooflagelados). Os flagelos apresentados pelos flagelados são diferentes dos apresentados por outros principais grupos de protozoários.
Os zooflagelados não possuem clorofila e devem obter seu alimento heterotroficamente. Todos os membros deste grupo têm um ou mais flagelos; alguns membros são capazes de formar pseudópodes. As células são ovóides a alongadas e de modo geral reproduzem-se assexuadamente por fissão binária longitudinal. Uma forma de fissão múltipla ocorre em algumas espécies. A reprodução sexuada é rara. O encistamento é uma forma comum de sobrevivência.
Alguns zooflagelados são de vida livre, enquanto outros são parasitas (endocavitários) e podem causar doenças em seres humanos. A Giardia lamblia está associada à diarréia em crianças e com menor freqüência em adultos. A forma vegetativa (trofozoíta) ou de alimentação possui oito flagelos e uma ventosa ventral por meio da qual fixa-se à mucosa intestinal. É eliminada do intestino e sobrevive na forma de cisto até ser ingerida por um novo hospedeiro. O diagnóstico da doença, denominada giardíase, baseia-se na identificação do cisto nas fezes.
O Trichomonas hominis e o T. vaginalis são outros zooflagelados parasitas que podem ser encontrados no homem. O Trichomonas hominiscausa diarréia, enquanto o T. vaginalis é uma das causas mais comuns de doença sexualmente transmissível no mundo. O último é encontrado no trato urogenital, onde pode causar inflamação com produção de uma secreção purulenta. É transmitido não só por intercurso sexual mas também por meio de material de toalete e toalhas contaminadas. A cada ano, estima-se que 2,5 a 3 milhões de mulheres americanas contraem tricomoníase (infecção por Trichomonas). Na mulher, a T. vaginalis causa vaginite, uma inflamação crônica e irritativa da vagina. Os homens podem possuir o organismo no trato urinário, mas geralmente são assintomáticos. O diagnóstico da doença é feito mediante a observação dos trofozoítas ao microscópio em secreções vaginais e uretrais. Trichomonas vaginalis não apresentam o estágio de cisto e não podem sobreviver fora do hospedeiro.
Os zooflagelados não possuem clorofila e devem obter seu alimento heterotroficamente. Todos os membros deste grupo têm um ou mais flagelos; alguns membros são capazes de formar pseudópodes. As células são ovóides a alongadas e de modo geral reproduzem-se assexuadamente por fissão binária longitudinal. Uma forma de fissão múltipla ocorre em algumas espécies. A reprodução sexuada é rara. O encistamento é uma forma comum de sobrevivência.
Alguns zooflagelados são de vida livre, enquanto outros são parasitas (endocavitários) e podem causar doenças em seres humanos. A Giardia lamblia está associada à diarréia em crianças e com menor freqüência em adultos. A forma vegetativa (trofozoíta) ou de alimentação possui oito flagelos e uma ventosa ventral por meio da qual fixa-se à mucosa intestinal. É eliminada do intestino e sobrevive na forma de cisto até ser ingerida por um novo hospedeiro. O diagnóstico da doença, denominada giardíase, baseia-se na identificação do cisto nas fezes.
O Trichomonas hominis e o T. vaginalis são outros zooflagelados parasitas que podem ser encontrados no homem. O Trichomonas hominiscausa diarréia, enquanto o T. vaginalis é uma das causas mais comuns de doença sexualmente transmissível no mundo. O último é encontrado no trato urogenital, onde pode causar inflamação com produção de uma secreção purulenta. É transmitido não só por intercurso sexual mas também por meio de material de toalete e toalhas contaminadas. A cada ano, estima-se que 2,5 a 3 milhões de mulheres americanas contraem tricomoníase (infecção por Trichomonas). Na mulher, a T. vaginalis causa vaginite, uma inflamação crônica e irritativa da vagina. Os homens podem possuir o organismo no trato urinário, mas geralmente são assintomáticos. O diagnóstico da doença é feito mediante a observação dos trofozoítas ao microscópio em secreções vaginais e uretrais. Trichomonas vaginalis não apresentam o estágio de cisto e não podem sobreviver fora do hospedeiro.

