A avaliação como instrumento de partcipação democrática da vida social
 
 
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Trabalhos em português
 
trabalho publicado dia 05/01/2007
 
ainda não avaliado
nível : todo público
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section Sumário do trabalho
 
 
  1. Introdução
  2. Metodologia de pesquisa
  3. Conceito e história da avaliação de aprendizagem
    1. Distinção entre conceitos
    2. O que é testar?
    3. O que é medir?
    4. O que é avaliar?
    5. Avaliação de aprendizagem e sociedade: o caso brasileiro
  4. Avaliação e formação do cidadão
    1. Avaliação como processo de construção de conhecimento
    2. Como elemento de um projeto pedagógico
    3. Quais são as características que conduzem a uma avaliação eficaz?
    4. Avaliação dinâmica e participativa
    5. Avaliação sistemática
    6. Avaliação objetiva e válida
  5. A avaliação e a história
    1. Escola e função social
    2. A Escola e o monopólio de educar
    3. O papel da Escola
    4. Formação X Desenvolvimento
    5. A Escola e seus propósitos
    6. Meios da educação
    7. Os serviços educacionais
    8. O modelo escolar
    9. Aspectos organizacionais
    10. A Qualidade na Escola
    11. A relação Escola-estudantes
    12. Os Processos educacionais
    13. Avaliação e formação do aluno enquanto cidadão
    14. Avaliação do progresso do aluno
    15. A avaliação do progresso do aluno deve ser contínua
    16. A avaliação do progresso dos alunos deve ser cooperativa
    17. Os resultados da avaliação e o contínuo melhoramento do currículo
    18. Fatores que precisam ser avaliados
    19. Habilidade mental ou aptidão acadêmica
    20. Ajustamento pessoal e social
    21. Desenvolvimento dos interesses e de outras atitudes
    22. Desenvolvimento de habilidades no trabalho e estudo e da auto¬expressão criadora
    23. Desenvolvimento do pensamento critico e a influência do ambiente familiar e comunitário das crianças
    24. Contextos pedagógicos para a prática da avaliação educacional
    25. A atual prática da avaliação: exacerbação do autoritarismo
    26. Avaliação educacional: proposta de ultrapassagem do autoritarismo
  6. Desafios escolas para avaliação
    1. Indícios da construção de novas possibilidades
    2. Sentido da avaliação escolar
    3. As práticas avaliativas vigentes nas escolas
    4. AvaIiação: desdobramento decorrente de uma proposta pedagógica
  7. Propostas para um processo de avaliação eficaz
    1. Qual a situação de fato nas escolas
    2. Organização de uma prova
    3. Significaçâo dos resultados
  8. Conclusão
  9. ReferÊncias bibliográficas
 
 
section Resumo
 
 
A avaliação é intrínseca ao ser humano. Ela caracteriza o anseio de crescimento e se direcionada a objetivos previamente determinados
Uma época de grandes transformações como a atual, enfatiza a presença de tendências avaliativas no homem que almeja realizar-se.
O processo avaliativo não se desliga do processo vital; cumpre, entretanto, à inteligência humana, fazê-lo caminhar coerentemente para o alcance dos objetivos da educação.
A avaliação escolar é um aspecto fundamental do ensino e condição indispensável da aprendizagem, mas por vezes ainda mal compreendida pelos professores.
A escola sempre mediu seus alunos. A Escola Tradicional promovia quase exclusivamente a transmissão da cultura, o armazenamento de conhecimentos, sem levar em conta a complexidade, de quem aprende e, conseqüentemente, a abrangência do aprender.
A escola moderna não visa apenas instruir, dar aos seus alunos conhecimentos; mas tem como principal objetivo o crescimento e desenvolvimento de cada aluno em particular, de modo que este se realize de acordo com suas possibilidades. Necessário se faz despertar-lhe o interesse, gosto e estima por coisas desejáveis formando atitudes que contribuam para o seu ajustamento emocional e pessoal paralelamente ao desenvolvimento intelectual. A preocupação do professor não resume apenas em habilidades intelectuais, mas na construção do sujeito como um todo - por isso fala-se em avaliação e não em medida de aspectos isolados.
O uso moderno dos instrumentos educacionais de medida e avaliação constitui apenas o aperfeiçoamento de um processo antigo, já empregado pelos professores desde muito tempo.
Durante anos e anos o julgamento do professor foi o único critério segundo o qual se avaliavam os alunos - e o professor tinha como principal preocupação, verificar o que os mesmos aprenderam em face da matéria ensinada. Isso porque a maior preocupação do currículo escolar consistia na aquisição de conhecimentos e habilidades, por parte das crianças - conseqüentemente, a avaliação visava apenas ao desenvolvimento do aspecto intelectual infantil.
Superado o critério de julgamento subjetivo do professor, surgiu nos meios educacionais um movimento no sentido da utilização de medidas mais objetivas - foi quando os testes passaram a ser empregados em larga escala.
Entretanto, quando o uso dos testes já estava incorporado ao trabalho do professor, os limites de sua utilização passaram a ser a preocupação central dos educadores - pois que nem todos os aspectos do ensino poderiam ser submetidos a este tipo de medida. E para citar alguns exemplos: o raciocínio, o pensamento crítico, capacidade de resolver problemas, apreciação, julgamentos atitudes, etc. - são alguns dos tantos aspectos que constituem objetivos educacionais e cuja avaliação estava fora do alcance dos testes.
Surgiu então a segunda fase desse movimento, caracterizada pela procura de outras medidas que correspondessem às necessidades atuais do ensino. Surgiram outros instrumentos e outros tipos de testes, com a finalidade de medir tudo que se relacionasse com o progresso dos alunos na escola.
 
 
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