A autonomia da escola pública no Brasil
ainda não avaliado
nível : todo público
consultado 532 vezes
- Introdução
- A autonomia da escola no Brasil
- Os processos de descentralização e desconcentração
- Gestão democrática e qualidade de ensino
- Conselho escolar, é preciso conehcer a legislação
- O processo de mobilização e acompanhamento social
- O papel dos reeditores sociais dentro do espaço educativo
- Dificuldades dos reeditores para efetuar o controle social
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Desde a década de 20, o professor Lourenço Filho, um dos precursores do conceito de diversidade na escola, dissecava o problema da educação no Brasil. Ele o descrevia como advindo da própria organização social. Para ele, à sociedade e ao estado faltava emancipação técnica e uma reordenação que obedecesse aos princípios racionais e técnicos, assim como a eliminação do analfabetismo e a democratização do ensino, eram a premissa básica para desenvolver a capacidade produtiva do aluno e integrá-lo à sociedade, além de expirar as ingerências políticas na educação. Em 1926 ele declarou: "a escola não se anima ainda ao calor de um ideal superior de vida em comunidade, nem se agita à luz de um seguro critério democrático" (apud GADOTTI, 2000, p.67).
Isto posto, percebe-se que a história, a educação e a sociedade são intrinsecamente ligadas. A educação tem como primazia a sua função social, pois deve integrar se a comunidade, a participação de cada integrante que nela convive e visa a melhoria da qualidade de vida de seus participantes.
Isto posto, percebe-se que a história, a educação e a sociedade são intrinsecamente ligadas. A educação tem como primazia a sua função social, pois deve integrar se a comunidade, a participação de cada integrante que nela convive e visa a melhoria da qualidade de vida de seus participantes.

